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	<title>Pasqualon &#187; dados</title>
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	<description>Internet, TI, variedades.</description>
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		<title>SEM – Comportamento do Usuário.</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 17:41:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pasqualon</dc:creator>
				<category><![CDATA[SEM]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[dados]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com estudo divulgado pelo PEW Internet Project¹, aproximadamente 50% dos usuários de internet usam serviços de busca como Google, Yahoo e MSN no dia-a-dia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>O Mercado</h2>
<p>De acordo com estudo divulgado pelo PEW Internet Project¹, aproximadamente 50% dos usuários de internet usam serviços de busca como Google, Yahoo e MSN no dia-a-dia. Número substancialmente maior que o de pessoas que checam notícias (39%) ou a previsão do tempo (30%).</p>
<p>Enquanto as buscas permanecem atrás do uso de email, que se mantém firme em 60%, elas têm mostrado um crescimento significante. Em um intervalo de seis anos, janeiro de 2002 a maio de 2008, o uso de buscas aumentou em 69%, enquanto email aumentou apenas 15% durante o mesmo período.</p>
<p>É importante notar que os dados do estudo são pertinentes somente ao uso em um &#8220;dia típico&#8221;. 90% dos usuários de internet usam um buscador em algum ponto ao longo de um mês &#8211; um cenário que se mantém relativamente constante através dos anos.</p>
<p>Figurar nas primeiras posições das páginas de resultados de busca é um mantra entoado há algum tempo e repetido por diversos especialistas e de acordo com a IProspect²:<br />
- 62% dos usuários que realizam buscas clicam em resultados da primeira página; &#8211; 41% dos usuários alteram sua busca quando não encontram o que procuravam na primeira página;<br />
- 82% dos usuários refazem uma sua busca malsucedida no mesmo mecanismo de busca usando mais palavras;<br />
- 36% dos usuários consideram as empresas que aparecem nos primeiros resultados de busca como líderes em seu setor;<br />
- e 40% dos usuários entre 25 e 44 anos associam o bom posicionamento nos resultados de busca à proeminência da companhia.</p>
<p><em>¹  www.pewinternet.org<br />
²  www.iprospect.com<br />
</em></p>
<h2>O Comportamento do usuário</h2>
<p>Com números tão positivos fica difícil ignorar os benefícios e a força do SEO para a imagem e retorno da empresa.</p>
<p>Identificar como o usuário percebe a marca ou procura o produto/conteúdo é essencial para mostrar aos usuários os resultados buscados nos mecanismos.</p>
<p>Criar conteúdo para a Internet é sutilmente diferente de criar conteúdo para outros meios já que há de se pensar como um usuário vai buscar aquela informação, quais são as palavras associadas pelo usuário à marca ou produto e que devem estar presentes no conteúdo.</p>
<p>Existem ferramentas na Internet, como o Google Trends e o Google Insight, que auxiliam a determinar quais são os termos mais buscados pelos usuários, inclusive com detalhamento por região do mundo e país com maior impacto.</p>
<p>Por exemplo, quando comparamos o número de buscas por automóveis e veículos, verificamos que os usuários buscam duas vezes mais por veículos que automóveis e dez vezes mais por carros que veículos.</p>
<p>Quanto o conteúdo refere-se a uma celebridade, os eventos que a torna popular são fatores que influenciam em seu nome, por exemplo, Natalia Casassola, mais conhecida como Natalia BBB tinha três vezes menos buscas por seu nome próprio em janeiro de 2008 (início do BBB) e seis vezes menos em março (final do BBB).  De março a junho o interesse caiu quando em 22 de junho as buscas por seu nome próprio e “eventual” se igualaram.  Em julho, quando foi capa da Playboy,  as buscas voltaram a subir atingindo o pico, praticamente duas vezes mais buscas que em março, no entanto a diferença entre Natalia Casassola e Natalia BBB era de apenas 15%.</p>
<h2>A Conclusão</h2>
<p>Posicionar bem um site depende de aproximadamente 200 fatores, o PageRank, a nota dada pelo Google aos sites, tem em sua fórmula mais ou menos dois milhões de variáveis, portanto, identificar as palavras-chave utilizadas pelo usuário por si só não vai garantir um bom posicionamento nos buscadores, é necessária uma estratégia mais completa com trabalho na estrutura, links e conteúdo para maximizar o potencial de posicionamento.</p>
<p>Nesta corrida onde os buscadores alteram os métodos de indexação, os concorrentes se adaptam e novos “players” aparecem no mercado cada ponto é importante para o sucesso da estratégia.</p>
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		<title>O fim dos “Web Analytics”?</title>
		<link>http://pasqualon.com.br/blog/o-fim-dos-web-analytics/</link>
		<comments>http://pasqualon.com.br/blog/o-fim-dos-web-analytics/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 17:34:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pasqualon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Analytics]]></category>
		<category><![CDATA[dados]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>

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		<description><![CDATA[O Google começou recentemente a implementar as páginas de resultado de busca em Ajax em alguns países. Mas e quanto aos Web Analytics de terceiros?  Como eles ficam?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google começou recentemente a implementar as páginas de resultado de busca em Ajax em alguns países.<br />
Na prática, para os usuários a diferença será pouca, exceto claro, pelos novos recursos apresentados como  a reorganização (reposicionamento e/ou eliminação) de resultados não considerados relevante pelo usuário.</p>
<h2>Mas e quanto aos Web Analytics de terceiros?  Como eles ficam? E por que esta questão?</h2>
<p>Uma URL de busca hoje apresenta mais ou menos o seguinte formato:</p>
<p>http://www.google.com/search?hl=en&#038;q=google+ajax&#038;btnG=Google+Search</p>
<p>Com mais ou menos parâmetro este é um formato geral. Praticamente todo web analytics confia na informação de REFERER passada pelo navegador para extrair a palavra de origem da busca que levou o tráfego ao site.<br />
Com o formato geral de busca é relativamente fácil extrair esta informação porque ela é um parâmetro da URL.  (Tudo após o sinal “?” é considerado parâmetro da URL)<br />
Normalmente o parâmetro q contém a palavra buscada:</p>
<p>http://www.google.com/search?hl=en&#038;q=google+ajax&#038;btnG=Google+Search</p>
<p>Basta o web analytics recuperar a informação da URL de referência e extrair a informação do parâmetro q para saber o que foi procurado e que levou ao site.<br />
Contudo, o novo formato de URL para a interface em AJAX do Google se assemelha à seguinte:</p>
<p>http://www.google.com/#hl=en&#038;q=google+ajax&#038;btnG=Google+Search&#038;aq=f&#038;oq=google+ajax&#038;fp=1&#038;cad=b</p>
<h2>O que mudou?</h2>
<p>Como podemos ver na URL acima, não há mais o uso do sinal “?”, deste modo, não há mais passagem de parâmetro – da maneira natural -, o que temos agora é uma passagem de âncoras que é interpretado pelo JavaScript do AJAX.</p>
<p>http://www.google.com/#hl=en&#038;q=google+ajax&#038;btnG=Google+Search&#038;aq=f&#038;oq=google+ajax&#038;fp=1&#038;cad=b</p>
<h2>Qual o problema nisto?</h2>
<p>O que acontece é que os navegadores não passam as âncoras quando passam a URL de referência (REFERER), deste modo, quando entrarmos no site destino do resultado de busca, todos os “parâmetros” da busca feita na interface em AJAX serão perdidos, e assim, nenhum web analytics atual será capaz de saber que palavra buscada levou ao site destino.<br />
Somente quatro navegadores são capazes de passar as âncoras da URL referência:<br />
MSIE 5.x (Mac)<br />
Netscape 4.7x<br />
Netscape/7.0x (Mozilla rv:0.9.x &#8211; 1.0.x)<br />
Safari/85.7 (Mac)<br />
Contudo, estes navegadores juntos representam menos que 1% do total de navegadores usados hoje em dia.<br />
Cogita-se que mesmo o Google Analytics possa ser afetado por esta mudança, mas será que o Google daria um tiro no próprio pé?<br />
Pensemos. Tanto a busca do Google, quanto o Google Analytics rodam sob o mesmo domínio, deste modo não temos problemas de segurança, ou seja, um cookie salvo na página de busca, poderá ser recuperado pelo Google Analytics na página de destino da busca onde o GA estiver instalado.<br />
Outra hipótese poderia ser um parâmetro não documentado na documentação do GA, tanto a interface em AJAX quanto o GA são baseados em JavaScript, a interpretação e passagem destes valores é realizável.<br />
Independente do método utilizado pelo Google, acredito que dificilmente o GA seria prejudicado.<br />
Então eu volto à pergunta inicial, será este o fim dos Web Analytics de terceiros?</p>
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