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SEM – Comportamento do Usuário.

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O Mercado

De acordo com estudo divulgado pelo PEW Internet Project¹, aproximadamente 50% dos usuários de internet usam serviços de busca como Google, Yahoo e MSN no dia-a-dia. Número substancialmente maior que o de pessoas que checam notícias (39%) ou a previsão do tempo (30%).

Enquanto as buscas permanecem atrás do uso de email, que se mantém firme em 60%, elas têm mostrado um crescimento significante. Em um intervalo de seis anos, janeiro de 2002 a maio de 2008, o uso de buscas aumentou em 69%, enquanto email aumentou apenas 15% durante o mesmo período.

É importante notar que os dados do estudo são pertinentes somente ao uso em um “dia típico”. 90% dos usuários de internet usam um buscador em algum ponto ao longo de um mês – um cenário que se mantém relativamente constante através dos anos.

Figurar nas primeiras posições das páginas de resultados de busca é um mantra entoado há algum tempo e repetido por diversos especialistas e de acordo com a IProspect²:
- 62% dos usuários que realizam buscas clicam em resultados da primeira página; – 41% dos usuários alteram sua busca quando não encontram o que procuravam na primeira página;
- 82% dos usuários refazem uma sua busca malsucedida no mesmo mecanismo de busca usando mais palavras;
- 36% dos usuários consideram as empresas que aparecem nos primeiros resultados de busca como líderes em seu setor;
- e 40% dos usuários entre 25 e 44 anos associam o bom posicionamento nos resultados de busca à proeminência da companhia.

¹  www.pewinternet.org
²  www.iprospect.com

O Comportamento do usuário

Com números tão positivos fica difícil ignorar os benefícios e a força do SEO para a imagem e retorno da empresa.

Identificar como o usuário percebe a marca ou procura o produto/conteúdo é essencial para mostrar aos usuários os resultados buscados nos mecanismos.

Criar conteúdo para a Internet é sutilmente diferente de criar conteúdo para outros meios já que há de se pensar como um usuário vai buscar aquela informação, quais são as palavras associadas pelo usuário à marca ou produto e que devem estar presentes no conteúdo.

Existem ferramentas na Internet, como o Google Trends e o Google Insight, que auxiliam a determinar quais são os termos mais buscados pelos usuários, inclusive com detalhamento por região do mundo e país com maior impacto.

Por exemplo, quando comparamos o número de buscas por automóveis e veículos, verificamos que os usuários buscam duas vezes mais por veículos que automóveis e dez vezes mais por carros que veículos.

Quanto o conteúdo refere-se a uma celebridade, os eventos que a torna popular são fatores que influenciam em seu nome, por exemplo, Natalia Casassola, mais conhecida como Natalia BBB tinha três vezes menos buscas por seu nome próprio em janeiro de 2008 (início do BBB) e seis vezes menos em março (final do BBB).  De março a junho o interesse caiu quando em 22 de junho as buscas por seu nome próprio e “eventual” se igualaram.  Em julho, quando foi capa da Playboy,  as buscas voltaram a subir atingindo o pico, praticamente duas vezes mais buscas que em março, no entanto a diferença entre Natalia Casassola e Natalia BBB era de apenas 15%.

A Conclusão

Posicionar bem um site depende de aproximadamente 200 fatores, o PageRank, a nota dada pelo Google aos sites, tem em sua fórmula mais ou menos dois milhões de variáveis, portanto, identificar as palavras-chave utilizadas pelo usuário por si só não vai garantir um bom posicionamento nos buscadores, é necessária uma estratégia mais completa com trabalho na estrutura, links e conteúdo para maximizar o potencial de posicionamento.

Nesta corrida onde os buscadores alteram os métodos de indexação, os concorrentes se adaptam e novos “players” aparecem no mercado cada ponto é importante para o sucesso da estratégia.